domingo, 5 de setembro de 2010

O resumo (big rant lol)

/15 de Março de 2010

O texto que se segue segue-se caso outro determinado texto tenha sido dirigido à minha pessoa. Caso não, doesn’t matter, verdades ficam.
Também se avisa que o objectivo não é o de se fazer de vítima ou wtv, eu posto aqui como e quando bem me apetece.
Isto são pensamentos, sem alguma ordem específica.

Não sei se deva rir da continuação, se chorar.
Tudo começou com um simples encontro, boy meets girl, both get attached, fall in love, spend the time of their lives. Foram os melhores momentos da minha vida, pessoalmente. Depois, não resultava. O nosso primeiro erro talvez. Tivemos de tentar, só fazíamos mal um ao outro. A despedida foi feita entre lágrimas e abraços, acabando no último beijo, o beijo.
Depois, tudo descambou. Após um tempo de paz (pois foi um final feliz, believe it or not), voltámos a discordar de coisas, não nos entendermos, etc etc e etc. Houve uma altura (ou duas) que eu de facto continuei em frente.
Mas, e sublinho isto, não controlo certas emoções. Tive pancas (como é normal da minha pessoa lulz) por 5, 6 raparigas, mas isso não é nada, senso comum. Tu continuas a aparecer na minha mente.
Eu sou um homem diferente. Tão diferente que se voltasse atrás no tempo, as coisas não seriam em NADA iguais. Tão diferente pois esta dor que dura, aparentemente, à meses ensina imenso. Sim, tu ensinaste-me muito, mas no teu silêncio também aprendi.
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Eu não sou o que dizem que sou, sou eu mesmo. Não é por (principalmente) não me entenderes minimamente que já sou X ou Y. Perde-se logo toda a razão.
Ah, “não sabe o que quer, que quer tudo”. Eu podia muito bem criar estes textos com o melhor português possível e educado, mas sou directo como assim deve ser. Como já disse, não controlo certas emoções, e perdoa-me se ao te ver, e tu cagares e nem te esforçares por ter uma conversa comigo, se eu fico em baixo. Eu não gosto que sejam falsos, e não gosto que num dia digam uma coisa e noutra “digam” outra.
Porque a do Kawatta: nunca mais.? Simples: o Kawatta foi aquele que dedicou e dedicaria tudo mais por ti; aquele que até hoje em dia não desistia de ti, por muito que estivesse tudo e todos contra ele; aquele que acredita no amor, o daydreamer, o feliz na altura. Aquele que ganhou uma cicatriz bem profunda.
O Kawatta foi ele mesmo, mas do Cláudio nunca abdicarei. Esse é quem nunca chegaste a conhecer, nem deverás…
E se não te importas, apenas não tens mais nada de interesse para dizer, poupa-me. És tão hipócrita como eu portanto, pois se afirmas que queres ser amiga, queres isto ou queres aquilo, e depois ages como ages, de novo: poupa-me. OU QUERES AMIZADE, OU DIZ-ME NA CARA QUE NÃO ME CURTES, SIM? Dispenso o teu ar de desdenho para comigo se me vês ao pé de ti. Se há algo que gosto é que me digam as verdades, nuas e cruas, e não é com falinhas mansas ou atitudes “Right, now go away”.
Eu quis, tudo o que disse foi verdade. Se me mandas para o caralho, não tens o direito NENHUM de “até tinha saudades das nossas conversas”.
Desdenha-me, odeia-me, o que quiseres. Não me conheces, se calhar nunca conheceste, como já disse. E tenho muita pena mesmo.
Obrigado por todos os gifts, todos os carinhos, e sobretudo todas as memórias, de qualquer espécie. Eu guardo-as a todas com todo o carinho (ao contrário da opinião de terceiros).
Apesar de tudo, com estes dramazecos (wait, drama?) já está o meu portefólio cheio. Se pensas “ai que pobre”, desengana-te, não podia ser mais sincero, mais real, e mais verdadeiro como agora e sempre. Sou como sou, e tenho MUITO mas MUITO orgulho nisso.
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Eu poderia perfeitamente dizer “Olha, ainda gosto de ti.”. Mas, guess what, a tua reacção seria parva como é sempre ;D . Yep, não consigo esconder e venho “afogar mágoas” pro blog, omg que drama…
Se me importo ao escrever tudo isto? Epá ya, importo-me, por mim.
Porque leres ou não leres isto (tudo), é-me quase indiferente. Quase, porque mete a mão na tua consciência e pensa “Mas porque continua ele a agir deste modo?”. Se não, azariu.
Não te importas? Fica calada e ninguém se magoa. OU no mínimo vens-me falar pessoalmente. Falando por mim, aqui posto o que não devo falar contigo, mas este é um caso diferente, desho?
Ao contrário de ti, estou sempre disponível para novos começos. Pergunta à Susana, ou à Bárbara, ou até o Daniel. Não volto com a minha palavra atrás e mando “indirectas mais directas”.
Eu só tenho esta pachorra porque SIM, tu significas algo para mim. É assim tão difícil perceberes que eu guardo tudo (se calhar mais que tu?) com muito carinho, e tenho saudades. Não me amas, deves achar que eu tento a força toda fazer-te sentir o contrário? Não, uma coisa é fazer isso, outra é sofrer em quase-silêncio (sim, porque todos notam, e tu?). Se fosses uma amiga, falarias como qualquer outra pessoa (e não digo pessoa normal, porque ninguém é igual, my common sence).
Mais uma vez
Obrigado (embora não o mereças, e mais).

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