Hoje dá-me para pensar em certas coisas.
Vá, coisas! Coisas que se passam comigo desde à anos.
Escrevo à medida que penso.
Ora eu não desisto do que mais desejo e sou uma pessoa com carácter irritante; ora eu desvio-me um pouco do meu quotidiano ou das minhas atitudes que sou rapidamente julgado.
Eu sou assim: eu luto SEMPRE pelo que quero. Luto para ser feliz ou para não ser tão miserável. E luto, infelizmente, muito mais pelos outros que por mim. Infelizmente porque basta eu pensar total e unicamente em mim que sou imediatamente julgado. Estou farto que num dia pensem algo de mim e no mês a seguir pensem outra. Sim, estão nesse direito, eu próprio posso agir assim, mas há casos e casos. Eu acredito que dou provas do meu carácter limpo e amigável, ninguém se queixa.
Onde quero chegar?
Para que fique claro que eu não mudo de ideias de um dia para o outro. Aliás, não mudo de ideias. Eu, e ao longo de meses, crio novas. Sigo-as, mas não quer dizer que deixei as outras para trás. É querer demais? Não, é viver a cada minuto, a cada hora, a cada dia e a cada semana, é arriscar, tendo ou não todas as possibilidades à mão. Descobri-me a mim mesmo, e vou fazer exactamente isso, arriscar tudo.
E então?
Sou fácil? Bastante. Se sou teimoso? Muito mais. Sou idiota? Nem pensar.
Adoro quem me adora, e amo quem me ama. Quem está de fora, de fora ficou. É-me duro acreditar nesta ultima realidade, bastante, mas que posso eu fazer? Não sou Deus nem quero, não sou importante e deixei de ser para quem realmente importava.
Does it matter?
Yes it does, para sempre, mas não me impede de continuar. Ensinaram-me isso.
Ensinaram-me que não quer dizer que cagámos no passado, apenas se segue em frente. E ensinaram-me que prender alguém a esse mesmo é duro e impraticável.
O que é que tinha na cabeça? Sim eu quero que esteja tudo bem, sim quero paz mundial e que o passado seja de todo esquecido para assim existir um novo começo… Contos de fadas. Riu-me, ainda quero, mas lá está: impraticável.
A partir de agora para todas as acções que tomar, acatarei as consequências das mesmas, e desta vez sem o mínimo medo. Sou novo, tenho tanto para viver, e é o que farei mais activamente a partir deste momento. Não trairei, não enganarei, e não mal-tratarei. Continuarei a respeitar.
O que quer que venha daqui para a frente, força, põe-me à prova!
Amo-te, quem quer que sejas.
Não espero por ti, pois vamos-nos encontrar.
Vá, coisas! Coisas que se passam comigo desde à anos.
Escrevo à medida que penso.
Ora eu não desisto do que mais desejo e sou uma pessoa com carácter irritante; ora eu desvio-me um pouco do meu quotidiano ou das minhas atitudes que sou rapidamente julgado.
Eu sou assim: eu luto SEMPRE pelo que quero. Luto para ser feliz ou para não ser tão miserável. E luto, infelizmente, muito mais pelos outros que por mim. Infelizmente porque basta eu pensar total e unicamente em mim que sou imediatamente julgado. Estou farto que num dia pensem algo de mim e no mês a seguir pensem outra. Sim, estão nesse direito, eu próprio posso agir assim, mas há casos e casos. Eu acredito que dou provas do meu carácter limpo e amigável, ninguém se queixa.
Onde quero chegar?
Para que fique claro que eu não mudo de ideias de um dia para o outro. Aliás, não mudo de ideias. Eu, e ao longo de meses, crio novas. Sigo-as, mas não quer dizer que deixei as outras para trás. É querer demais? Não, é viver a cada minuto, a cada hora, a cada dia e a cada semana, é arriscar, tendo ou não todas as possibilidades à mão. Descobri-me a mim mesmo, e vou fazer exactamente isso, arriscar tudo.
E então?
Sou fácil? Bastante. Se sou teimoso? Muito mais. Sou idiota? Nem pensar.
Adoro quem me adora, e amo quem me ama. Quem está de fora, de fora ficou. É-me duro acreditar nesta ultima realidade, bastante, mas que posso eu fazer? Não sou Deus nem quero, não sou importante e deixei de ser para quem realmente importava.
Does it matter?
Yes it does, para sempre, mas não me impede de continuar. Ensinaram-me isso.
Ensinaram-me que não quer dizer que cagámos no passado, apenas se segue em frente. E ensinaram-me que prender alguém a esse mesmo é duro e impraticável.
O que é que tinha na cabeça? Sim eu quero que esteja tudo bem, sim quero paz mundial e que o passado seja de todo esquecido para assim existir um novo começo… Contos de fadas. Riu-me, ainda quero, mas lá está: impraticável.
A partir de agora para todas as acções que tomar, acatarei as consequências das mesmas, e desta vez sem o mínimo medo. Sou novo, tenho tanto para viver, e é o que farei mais activamente a partir deste momento. Não trairei, não enganarei, e não mal-tratarei. Continuarei a respeitar.
O que quer que venha daqui para a frente, força, põe-me à prova!
Amo-te, quem quer que sejas.
Não espero por ti, pois vamos-nos encontrar.
Sem comentários:
Enviar um comentário
Algo a dizer?