Esquecer. Palavra tão feia se formos reflectir muito bem nela. Uma pessoa esquece-se dos seus trabalhos de casa, das suas chaves em casa, ou de fazer a cama, mas nunca das coisas que fizeram sentido na sua vida.
Posso dizer que estou imensamente feliz nas últimas semanas, uma pessoa muito especial está a contribuir para isso. Novamente, não me queria envolver e não queria que mais nada evoluísse, mas contra todos os meus planos assim se sucedeu: estou a apaixonar-me de novo. Ou assim acho. Eu não esqueci nem nunca vou esquecer a minha relação anterior e antes/após a mesma também. O facto de ter sido tão forte e feliz não mo permite. Estará sempre num canto do meu coração, chego a essa mesma conclusão.
Se tenho saudades, claro que tenho. Se daria ainda tudo para voltar atrás? Talvez sim, e talvez não. Não preciso de alguém que me provoca uma dor incomodativa no peito e que me impedisse de viver (enquanto estivesse apegado).
Tenho, portanto, o direito de poder seguir em frente, sem medos ou receios. Sem pensar muito nos outros, sem pensar muito nas consequências. Já o disse antes mas não o interiorizava como agora.
Conclusão deste post: novamente, não me julguem nunca! Eu jamais esquecerei tais memórias. Vou aproveitar o que a vida me dá e me põe à frente dos olhos.
Estou a iludir-me? Nem pensar! Enquanto for feliz e fizer feliz, tudo bem. Depois, logo se verá!
Sei o que quero.
Nunca te arrependas de algo que um dia te tenha feito sorrir.
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